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  • Foto do escritorGilsom Castro Maia

Autoestima, suas diferenças e dicas para melhorá-la.


A autoestima é a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma, envolvendo sentimentos de autovalorização, autoaceitação e autoconfiança. É a maneira como uma pessoa percebe em termos de seu valor pessoal, competência e habilidades.

Diferenças entre autoestima:

  1. Autoestima alta: Indivíduos com alta autoestima tendem a ter uma visão positiva de si mesmos, identificam em suas habilidades e são capazes de enfrentar desafios com confiança. Eles são aceitos como são e não dependem de validação externa para se sentirem bem consigo mesmos.

  2. Autoestima baixa: Pessoas com baixa autoestima podem ter uma visão negativa de si mesmas, duvidar de suas capacidades e se sentir confortáveis. Eles podem ser mais suscetíveis às críticas externas e têm dificuldade em confiar nas mesmas.

Dicas:

  1. Autoconhecimento: Conheça a si mesmo, suas habilidades, limitações e valores. Isso ajuda a desenvolver uma base sólida para a autoestima.

  2. Autoaceitação: Aceite suas imperfeições e aprenda a amar a si mesmo, incluindo suas falhas. Todos têm áreas em que podem melhorar, e isso é normal.

  3. Cuide de si mesmo: Priorize sua saúde física, emocional e mental. Exercícios, boa alimentação, sono adequado e tempo para relaxar são fundamentais.

  4. Defina metas realistas: Estabeleça metas alcançáveis ​​e trabalhe gradualmente para alcançá-las. Comemore cada conquista, por menor que seja, ajuda a aumentar a autoconfiança.

  5. Desenvolva habilidades: Investigue em aprender coisas novas e desenvolva suas habilidades. Isso aumenta a sensação de competência e eficiência.

  6. Cultive relacionamentos saudáveis: Mantenha contato com pessoas que o apoiam e o fazem sentir-se valorizado. Evite relacionamentos tóxicos que minem sua autoestima.

  7. Pratique a gratidão: Reconheça e aprecie as coisas boas em sua vida. Focar no positivo ajuda a manter uma perspectiva otimista.

  8. Seja gentil consigo mesmo: Trate-se com compaixão e gentileza. Em vez de se criticar por erros, aprenda com eles e siga em frente.

  9. Limite a comparação social: Evite se comparar com os outros, pois cada pessoa tem sua própria jornada e situações únicas.

  10. Busque ajuda quando necessário: Se você estiver lutando com questões de autoestima, não hesite em procurar a orientação de um terapeuta ou conselheiro. Ter apoio profissional pode fazer uma grande diferença.

  11. Pratique a assertividade: Aprenda a expressar suas necessidades e opiniões de forma clara e respeitosa, sem ser passivo ou agressivo. Isso ajuda a fortalecer a autoconfiança e a sentir-se mais empoderado.

  12. Enfrente seus medos: Identifique e enfrente seus medos e inseguranças gradualmente. Superar desafios aumenta a autoconfiança e mostra que você é capaz de lidar com situações difíceis.

  13. Desenvolva um hobby ou paixão: Encontre uma atividade que lhe traga prazer e satisfação, e dedique tempo a ela regularmente. Isso não apenas aumenta sua autoestima, mas também proporciona uma sensação de realização pessoal.

  14. Pratique o perdão: Perdoe a si mesmo por erros passados ​​e deixe de lado ressentimentos em relação aos outros. O perdão libera energia negativa e permite que você se concentre no presente e no futuro.

  15. Mantenha uma atitude positiva: Cultive pensamentos positivos e pratique a autoafirmação diária. Substitua autocríticas por afirmações positivas sobre si mesmo.

  16. Seja autêntico: Seja verdadeiro consigo mesmo e com os outros. Viver de acordo com seus valores e interesses genuínos fortalece sua autoestima e autoconfiança.

  17. Aprenda a lidar com a colhida: Entenda que a colhida faz parte da vida e não define seu valor como pessoa. Utilize experiências de coletadas como oportunidades de crescimento e aprendizado.

  18. Celebre suas conquistas: Reconheça e comemore seus sucessos, por menores que sejam. Isso reforça sua autoestima e motivação para alcançar mais objetivos no futuro.

Uma visão da Psicanálise apresentando diversos fatores que podem contribuir para uma autoestima rebaixada. Aqui estão alguns deles:

  1. Experiências de vida: Eventos traumáticos, abuso emocional, físico ou sexual, negligência, bullying e críticas constantes podem ter um impacto significativo na autoestima de uma pessoa, levando-a a desenvolver uma visão negativa de si mesma.

  2. Relacionamentos: Relacionamentos interpessoais desafiadores, como relações familiares disfuncionais, amizades tóxicas, relacionamentos abusivos ou falta de apoio emocional podem afetar negativamente a autoestima de uma pessoa.

  3. Percepção dos pais: A forma como os pais ou cuidadores tratam uma criança pode moldar profundamente sua autoimagem. Pais que são críticos, negligentes ou abusivos podem minar a autoestima de seus filhos, enquanto pais que são amorosos, solidários e incentivadores podem promover uma autoestima saudável.

  4. Autocrítica: Padrões de pensamento negativo, autocrítica severa e autoexigência excessiva podem contribuir para uma autoestima rebaixada. Esses padrões podem ser internalizados ao longo do tempo e dependendo da maneira como uma pessoa vê.

  5. Comparação social: Comparar-se constantemente aos outros e sentir-se inferior pode prejudicar a autoestima de uma pessoa. As mídias sociais também desempenham um papel significativo nesse aspecto, pois muitas vezes exibem uma versão idealizada da vida de outras pessoas, levando à comparação e à sensação de inadequação.

  6. Experiências de sucesso e fracasso: Sucessos e fracassos na vida de uma pessoa podem influenciar sua autoestima. Muitas vezes, pessoas com baixa autoestima tendem a minimizar suas conquistas e amplificar seus fracassos, enquanto pessoas com autoestima elevada são capazes de reconhecer e celebrar suas realizações.

  7. Identidade e autoconceito: Sentir-se desconectado de sua identidade, lutar com a sexualidade, gênero ou identidade cultural, ou enfrentar conflitos internos podem afetar a autoestima de uma pessoa.

  8. Traços de personalidade: Alguns traços de personalidade, como timidez, perfeccionismo ou sensibilidade ao fracasso, podem predispor uma pessoa a ter uma autoestima rebaixada.

Esses são apenas alguns dos muitos fatores que podem influenciar a autoestima de uma pessoa. É importante considerar que a autoestima é um aspecto complexo e multifacetado da psicologia humana, e muitos desses fatores podem interagir de maneiras complexas para moldar a maneira como uma pessoa se vê.


Os psicólogos são especialistas em saúde mental treinados para ajudar as pessoas a compreender e superar questões emocionais, incluindo problemas de autoestima. Eles usam uma variedade de abordagens terapêuticas para ajudar os clientes a construir uma imagem positiva de si mesmos.


Gilsom Maia

Neuropsicólogo

Psicólogo Clínico

Psicólogo do Esporte


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